"Ao aprendermos a ampliar nosso olhar, descortinamos o véu, nos deparamos com nosso mundo interno, repleto de imagens e possibilidades, desvelamos nosso ser sensível que pensa, sente, olha, arrisca, escolhe, cria e recria. Mas só nos dispomos a sair do nosso ângulo de visão quando a chegada do outro nos causa curiosidade, simpatia ou impacto, fazendo-nos pensar, sentir, sair do ligar. Muitas vezes, este movimento gera mal-estar, podendo nos levar ao fechamento dentro de nós mesmos, ou seja, a resistir à mudança, ao novo conhecimento. Por isso, é na 'boa' relação com o outro, no caso o educador, que se dá a aprendizagem verdadeira: aquela na qual tanto o sujeito como os objetos de conhecimento são transformados".
DAVINI, Juliana. Preocupações de um grupo de formadores. In: FREIRE, Madalena (org). Grupo: indivíduo, saber e parceria: malhas do conhecimento. 3a ed. São Paulo, Espaço Pedagógico, 2003
Abraços
Simônia 10/03/2011
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Simônia 10/03/2011
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